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Performance artística ativista tomando como ponto de partida questões pertinentes a Copa do Mundo sediada no Brasil.  A espetacularização da competição, além de banalizar as questões sociais e econômicas pertinentes ao país, trouxe um turismo alienado de qualquer envolvimento político, em um movimento global de superfaturamento de tudo e de todos. Nesse contexto, a mulher brasileira também passa a ser produto de mídia e mercado, em uma sexualização pasteurizada, seja em uma prostituição concentida ou no delírio da aventura do envolvimento com o estrangeiro. Dessa forma, o Brasil, além de sediar a Copa do Mundo, passa a sediar o mundo dos prazeres banais desprovidos de qualquer reflexão crítica relacionada ao gênero, destacando-se como país do futebol, cerveja e bunda. Ainda visto como terra exótica e de belezas naturais, o país tropical também é o país dos macacos. A banana, alimento deliciado pelo animal, assim, passa a ser dispositivo de criação, em um diálogo que questiona o papel da mulher em uma Copa as avessas.

das copas que me cabem

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